quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Pessoas que fizeram a diferença

Marcão, meu mecânico

Busch I, Diretor do Carpe Dien Regional Brasília

Acy e Português dos Cavaleiros do Vento - Palmas/TO

Galera dos Falcões de Aço - Araguaína/TO

Josenilton em Piri Piri

Jorge Aragão de Parnaíba/PI

putz, esqueci o nome, mas o cara é gente fina.

Pessoal dos Anjos do Asfalto - Parnaiba/PI

Thiluim - motociclista nota 1000

Edjanio do Siriemas MC

Marcio do B17 de Natal/RN

Ligia e família, de Natal/RN

Rafael, de Maragogi/AL

Levon - o artista do mundo

Shyco e galera do Serigy MC de Aracaju/SE

Galera dos Garras de Aracaju/Se



Falou, infelizmente, fotos das seguintes pessoas:

- Doido de Fortaleza - nos deu o maior apoio na cidade dele.
- Edijanio de Natal - sempre presente na Potiguar
- Lídia, esposa do Thiluim que até fez café da manhã para ele hehehe
- Jonas - São Luis/Ma, apesar de não tê-lo encontrado pessoalmente, o cara deu a maior ajuda, principalmente nos indicando ao Thiluim

Trajeto realizado

terça-feira, 16 de novembro de 2010

16º dia

Vamos ao relato do derradeiro dia da nossa viagem.

Planejamos acordar às 4 da manhã para sairmos às 5. No horário correto o celular despertou mas, não bastasse estarmos com muito sono, ainda estava escuro, uma vez que estavamos novamente no horário de verão.

Uma hora depois estávamos nos levantando e arrumando as malas.

Não dá para descrever o prazer que é vestir a calça de cordura úmida do dia anterior, e fedendo tanto que sequer urubu conseguiria chegar perto, é cruel.

Passava pouco das 6 da manhã quando pegamos estrada e seguimos sob uma forte e insistente garoa combinada com neblina.

Algo precisa ser dito: me perdoem o restante, mas, se existe um Estado em toda a Federação para se rodar de moto, este Estado é Minas Gerais.

Há abundância de curvas, margeadas por paisagens indiscritíveis, com paredões, penhascos, rios, pequenas cidades, enfim, a cada curva há uma paisagem nova para se admirar e, para um cidadão como eu que adora tirar fotos, passar pelas paisagens só olhando é cruel. Mas o que fazer? Sob chuva e garoa, não havia como deixar a máquina para fora da mala, o negócio foi guardar na memória as lindas paisagens da br 116 neste trecho.

Parece brincadeira, mas foram tantas curvas, que comecei a ficar com sono e, para quem anda de moto, nada pior do que o sono para derrubar.

Fiz de tudo para me manter alerta, falei sozinho, cantei as músicas que estava ouvindo, brinquei com o GPS, etc.

E, foi mexendo no GPS que percebi que havia algo de errado na nossa rota.

Pelo mapa de papel, eu havia achado que seria mais perto descer e passar por fora do Rio, passando por Além Paraiba, Resende, etc.

O Vira achava que devíamos ir por BH, pela Rod. Fernão Dias.

Por completa falta do que fazer, parei a rota do GPS (por Resende), que projetava a chegada em casa por volta as 21 horas, e apertei para ele mesmo pensar no melhor caminho. Para minha surpresa, a previsáo de chegada caiu para as 19 horas.

Tivemos que parar, abrir o mapa e rever a rota. O Vira e o GPS estavam certos, o melhor caminho era ir até BH e descer pela Fernão Dias.

E este foi o remédio para me tirar o sono, pois tivemos que passar pelo anel viário de BH, um caos.

Carros, caminhões, motos, semáforos, fumaça na cara, enfim, nosso terreno básico do dia-a-dia.

E, nada melhor do que isso para acordar.

Fizemos todo o trecho sob garoa, aliás, este foi o dia que mais nos molhamos, ainda bem que foi o ultimo.

Minutos depois estávamos na Fernão Dias, com seus pedágios de esmola - R$ 0,55 por moto, acho que os 5 centavos foi decidido só para sacanear.

Mas a parte boa é que era mais uma rodovia em ótimo estado de conservação, e com socorro de tempos em tempos, isso sem falar de suas curvas largas e tranquilas.

Rodamos nossos ultimos 1.100kms sem dificuldades, parando a cada 200kms ou pouco mais para abastecer, comer e ir no banheiro.

É engraçado como o corpo cria força quando se sabe que o destino é nosso lar, mesmo vendo pelo GPS e pelas placas que estávamos longe de casa, parecia pouco, e eu ia acompanhando pelo GPS a previsão do horário de chegada.

Quando passei sob a divisa dos Estados de MG com SP, a euforia me dominou e passei a tocar minha rouca buzina (por conta do excesso de água), ao ponto de um motoqueiro parado achar que eu o estava comprimentando e retribuir.

Faltavam 100kms para SP, e a noite estava chegando.

Este foi um momento mágico, pois o por do sol foi tão lindo que ignorei o eventual prejuízo e parei para pegar minha máquina e registrar um pouco deste momento.

A cena era a seguinte: muitas, mas muitas e grande nuvens no céu, haviam alguns parcos espaços entre elas e, nestes espaços, os raios solares desciam do céu, lá no horizonte, repousava o sol, vermelho e nos sorrindo, instigando-nos a segui-lo.

Quando efetivamente anoiteceu, a brincadeira ficou perigosa, ainda mais porque minha lanterna traseira não estava funcionando, só tinha luzes de freio.

Aqui em Mairiporã, onde o Vira se despediu de mim efetivamente, paramos e ele desligou o dispositivo do freio de mão, fazendo com que as luzes traseiras ficassem ligadas direto.

Não é bom, mas é extremamente melhor do que ficar apagado.

E assim voltei para a rodovia e segui feliz da vida para minha casa.

Eram exatamente 21horas quando apertei o botão para abrir o portão de casa, lá estava minha "Gorda", a HD Eletra, linda, mas com certeza enciumada pela experiência que sua companheira de garagem trazia consigo e que ela nunca terá.

O portão não havia chegado ao chão quando já ouvi minha princesa Sofia gritar meu nome e, segundos depois, ganhei o grande presente que é um abraço e um longo beijo das minhas Anas.

Estava cansado, molhado, sujo, fedido, mas extremamente feliz e realizado, pois havia terminado, sem nenhum acidente ou incidente um sonho idealizado há anos, e que repercutirá para o resto da minha vida.

Hoje me perguntaram, com tom de dor de cotovelo, o que “ganhei com isso”, a vontade foi responder “vá lá fazer igual e saberá”, mas fui educado, disse que ganhei amizades e uma experiência que escola alguma ensina.
[]s e bjs
Cezinha


início do dia

ultima parada para abastecimento

chegada a SP

chegando em casa

final do dia e do passeio, quase 8.000kms muito bem rodados

o grande prêmio

existe presente melhor do que este?

15º dia

Se acomode, pois acho que o relato de hoje vai demorar ...

1º este relato só será postado amanhã, pois onde estamos – PADRE PARAISO/MG – não tem sequer sinal de celular.

Despertamos às 4 da matina e, às 5, já estávamos rodando, efetivamente madrugar para rodar vale a pena, pois rende demais o dia.

Saímos de Aracaju e seguimos pela BR 101 até Feira de Santana já no Estado da Bahia.

De lá, seguimos por poucos quilômetros até a BR 116, que aqui se chama Rodovia Santos Dumont.

É fácil saber que é a BR 116, pois a quantidade de caminhões é algo nunca visto nesta viagem, são milhares, de todos os tamanhos, formas e placas.

A parte positiva é que a maioria dirige com respeito, muito embora tivemos que ir para nosso acostamento por várias vezes.

Já chegando ao estado de Minas Gerais o tempo começou a fechar, e não demorou começou a chover. Até ai, normal, senão fosse o fato de que era A CHUVA.

Posso exemplificar o que passamos dizendo que foi uma sessão de acupuntura máster excellent mother fucker.

Não eram pingos de chuva, eram pedaços pontiagudos de gelo, pois doíam até na alma.

Antes da divisa dos estados algo nos chamou a atenção, o excesso de caminhões aguardando a vistoria que existem em todos os estados.

Foram quilômetros de caminhões parados, literalmente estacionados aguardando a vistoria. O problema é que a via é mão dupla de uma via para cada lado, ou seja, os carros que estavam indo para a Bahia tinham que ficar parados juntos com os caminhões.

Também é na Bahia que vimos novamente (ocorreu na outra viagem para a Bahia), pessoas pedindo dinheiro na beira da pista, eles fazem uma cabana e ficam com as mãos esticadas, são idosas, mulheres e crianças, algo muito triste.

A única divisa da qual não tiramos foto foi exatamente a da Bahia com Minas Gerais, pois, quando passamos, a chuva havia retomado.

Lembra que falei da sessão de acupuntura, era bobagem, sofrimento mesmo foi em Minas Gerais.

Me fez lembrar que há poucos dias eu estava numa lagoa em Natal com os peixinhos mordendo meus pés, porque lembrei disto? Simples, porque estes novos pingos pareciam pequenas piranhas me mordendo sobre a roupa de cordura...

Ah, a roupa de cordura merece um capítulo especial ... acho que ela já passou da hora de ser aposentada, pois, ao invés de ser impermeável, se tornou uma esponja.

Quando vi a chuva, já estava sentindo as coxas molhadas, dois ou três pingos depois e a água já estava no umbigo e ... descendo ...

Minhas botas, igualmente impermeáveis, realmente o são, pois a água nunca sai de dentro delas!!!!

Tive que torcer as meias, e tinha água, ah como tinha ...

Resumindo, encharquei até a alma.

Um ponto que salta aos olhos é o fato de que, toda a enorme quantidade de caminhões que comentei, simplesmente desaparecem quando se entra em Minas Gerais, não sei o que ocorreu, se pararam, se viraram, se foram abduzidos, mas é fato que simplesmente somem, e a pista se torna uma maravilha, não só porque o asfalto é zero, mas também porque a maior parte da BR passa a ter duas pistas, mantendo a mão dupla.

Já chegando aqui ... Padre Paraíso ... a estrada é linda, cheia de curvas bem feitas, amplas, bem anguladas, com paredão de um lado e vale com rio do outro, pequenas cidades, etc.

Finalmente tivemos curvas, pois as ultimas, e únicas até agora, tinham sido no Ceará.

A idéia era continuar até rachar, com a possibilidade real de chegarmos ainda hoje em SP, mas São Pedro não deixou.

Do nada baixou uma serração danada e começou a garoar, aquela garoa que faz da pista um ringue de patinação.

O primeiro ponto parável foi esta cidade, e seu hotel de beira de pista.

Não era prudente continuar sob garoa, curvas desconhecidas, caminhões, etc., daí paramos.

A “Pousada Entre Vales” oferece AMPLOS quartos pela bagatela de R$ 35,00 por pessoa em quarto com banheiro privativo, e R$ 25,00 com banheiro coletivo.

Como somos verdadeiros Lords, optamos pela primeira opção.

Trata-se de um quarto verde nojo, com duas camas de solteiro e uma de casal, no meio, um guarda roupa caindo aos pedaços e um banheiro que, de tão fino, até bidê possui.

O detalhe “must” é o registro do chuveiro (elétrico), vou postar uma foto para ilustrar o que digo – é um daqueles registros ¼ de volta, até ai, nada de anormal. O problema é a altura do dito registro tem facilmente 2,10 de altura em relação ao chão. Mas tudo bem, afinal de contas o chuveiro tem água quente, a nossa segunda desde o início da viagem (a primeira foi em Brasília).

O legal foi dosar o ponto certo para a água não ficar quente demais ou fria demais.

Já completamos o óleo das motocas, estão com os tanques cheios e acordaremos no mesmo horário amanha, ou seja, 4 da matina, se Deus quiser e São Pedro não sacanear, até meio dia estaremos em SP.

Dai posto o relato de hoje e o do ultimo trecho da viagem.

Infelizmente não foi desta vez que conseguimos fazer Aracaju – São Paulo direto, só parando para abastacer.

[]s e bjs

Cezinha

 início do dia

saída de Aracaju

longinho de casa ...

e mais retas

pensando na vida.

paisagens estranhas

pedintes à beira da rodovia

conforto, sofisticação e banheiro privativo por apenas R$ 35,00 por cabeça

reparem do registro abóbora e sua altura

organização masculina

coerência é tudo

acreditem, dormi nesta cidade

nossas motocas indignadas


Fotos do Vira

eu entrando na Bahia

as paisagens bahianas


domingo, 14 de novembro de 2010

14º dia

Se houve um dia em que não fizemos nada, este dia foi hoje.

Não sei o que está acontecendo comigo, mas tenho acordado muito cedo e hoje, às 7 da manhã, já estava acordado.

Saí do nosso zoneado quarto, aliás estamos cada dia mais largados, e fui tomar café da manhã sozinho.

Voltei, e ajeitei o blog, postando fotos, acrescentandos comentários, etc.

Fiquei enrolando até o Vira acordar, quando então fui tomar café da manhã novamente.

O Vira teve a brilhante idéia de irmos até o local do evento ... andando ...

Sob um sol de 32o. C, sem nada de vento, andamos por uns 4 kms e, quando lá chegamos, não tinha nada. Na volta não aguentei e peguei um taxi. Fui roubado em R$ 6,00, mas pelo menos não fiquei sem os pés que já estavam baleados.

Aqui na pousada fui ver o nível do óleo da moto ... não tinha nem aroma, foram 2 litros e pouco para ficar maiomeno.

Depois de tanto esforço, não tive dúvida, fui tirar uma soneca.

Por volta das 13h o Shyco veio à Pousada nos buscar para almoçar, e o fizemos bem próximo, num restaurante nordestino show de bola.

Com a barriga cheia, num calor infernal, não deu outra novamente, fui dormir e o fiz até agora, 19:00h.

A surpresa do dia foi começar a usar meu netbook e descobrir que todas as senhas e campos preenchíveis estão apagadas graças ao Vira que, ao usar, ao invés de apagar só as dele, fez 1 limpa geral ... fdp.

Creio que iremos ao local do evento para nos despedirmos do pessoal e voltar cedo, pois amanhã não teremos nada de turismo.

[]s e bjs

Cezinha

sábado, 13 de novembro de 2010

13º dia - complemento

Chegamos a pouco do evento, e vou relatar um complemento ao 13º dia.

1º. LEVON

Levon é um maluco que conhecemos em Maragogi, desde o minuto que chegamos na cidade ele já apareceu, se apresentou, disse que era do Mato Grosso, que viajava há 3 anos pelo nordeste, blá blá blá.

Pensa num maluco, com certeza aprendeu com ele.

De cara ele nos informou que, como artista que é, iria nos fazer um quadro “maluco”, retratando a praia, o céu, os coqueiros e as motos, tudo “muito loco mano”.

Ontem à tarde, quando voltamos do passeio de barco, ele estava com uma tela jogada na calçada da pousada, semi rabiscada, e nos disse que em breve a tela ficaria pronta.

Passado algumas horas, ele nos chamou e apresentou sua “obra prima”, vejam a foto abaixo.

Disse que era uma obra para uns R$ 500,00, mas, para nós, faria por R$ 50,00, ou quanto achássemos que valia.

Ainda bem que ele se retratou rapidinho, dizendo que este mínimo não poderia ser inferior a R$ 20,00.

Resumo da ópera, o Vira comprou por R$ 10,00 mais uma cerveja!!!

Neste ínterim apareceu um clássico mochileiro, o Murilo, do bairro do Tatuapé, SP.

Como ele queria algo para dormir em torno de R$ 40,00, não encontrou nem sombra por este valor.

O Levon não hesitou, convidou-o a dormir na sua casa, ele só precisava arrumar um colchão.

Anda para cá, anda para lá, não sei como arrumaram, o tal colchão e, pelo que soubemos, o Murilo foi para lá dormir.

Fiz um vídeo com ele e, posteriormente, postarei no youtube e divulgarei aqui mesmo.

o artista e sua obra

a obra secando no nosso arrumado quarto

2º. Forró

Não é novidade dizer que o ritmo arrasta pé é a dança defalt local.

A graça está nos nomes das bandas: Os Play do forró, Mauricinhos do Forró e o top – GAROTA SAFADA.

Este ultimo grupo, assim como pagode, não é uma banda, é um bando.

Fomos ontem com o Levon e o Murilo comer espetinho, e tinha um telão passando um DVD (pirata, claro), deste tal Garota Safada que tanto havíamos visto em dúzias de outdoors ao longo das rodovias que passamos desde o Maranhão.

Trata-se de um bando tocando, duas gostosas rebolando como se tivessem com formiga no corpo e o vocalista ... sinceramente acho que ele é o Garota Safada.

Trata-se de um “galã”, cabeludo até quase a cintura, cabelo este extremamente liso e penteado fio a fio, sinceramente, quando o vi pelas primeiras vezes nos outdoors, achei que fosse uma mulher, mas estava enganado.


Resumo da ópera, passamos o “jantar” ouvindo o vocalista louca rebolando e cantarolando como uma libélula desvairada.

Ah, já ia me esquecendo, ele atende pelo nome de Wesley Safadão (com Y, claro)


3º. comida de rodovia

Descobri que tenho o dedo podre para escolher posto para abastecer e comer.

Ontem eu superei todas as paradas anteriores, consegui escolher um posto que tinha mais moscas dentro de onde se guardam as comidas do que fora.

Sabe aquela piada "me  dá aquele  quibe" "não moço, é uma coxinha" enquanto abana as moscas? Ela é real e o posto é aqui perto de Aracaju, há uns 90kms pela BR 101.

Todos que me conhecem sabem que nao sou (muito) fresco para comidas, senão está se mexendo, eu como, mas o de ontem não dava, pois tiver certeza que se mexeria mesmo dentro de mim.

Numa fração de segundos me lembrei da noite indescritível que passei na casa do Thiluin, dos momentos de suor frio e aperto no coração - para ser menos específico - como ainda não perdi meu compromisso com o senso mínimo de dignidade, resisti e comprei um chocolate qualquer, afinal de contas, se tivesse algum problema poderia processar a Nestlé!!!


4º. O X Motofest Aracaju

Realmente um evento de moto no nordeste é muito diferente do sudeste, principalmente em SP.

O rock que tocaram foi padrão radio popular, bandinhas nacionais e suas baladinhas. O mais pesado foi Raimundos, uma única musica.

Depois veio banda tipo chiclete com banana e, dentro das tendas dos moto clubes tocavam putz putz.

O local é uma ampla área na praia e em formato circular.

Num ponto fica o palco, muito bem montado, e ao redor barracas e as tendas que comentei.

No centro as motos, alias, as speeds são a maioria.

Infelizmente, para nós motociclistas, estes speedeiros são os clássicos motoqueiros babacas, acelerando a moto até tirar do giro, fritando pneus, estourando, etc.

Obviamente que não deu para agüentar e viemos embora por volta as 23:00hr.

A parte extremamente positiva sãos os motociclistas escudados, todos muito alegres e dispostos a um ótimo papo, além da clássica troca de adesivos.

Especial agradecimento à acolhida do Tigres e do Aguia Negra.


Chycó

Obelix, o do meu lado direito é o seu amigo virtual

o Padre tirou a foto e, na sequencia, me vendeu um cd com musicas dele!!!

 
Agora vamos descansar.

[]s e bjs

Cezinha

ps. Obelix, conhecemos um fã seu aqui que te mandou um abração