sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

24º Dia (25/01/2013) – Rib. Preto/SP


Nada como um bom hotel 5 estrelas ...

Café da manhã farto, hotel nota mil, enfim, uma vida que eu mereço kkkk.

Nossa manhã se resumiu em ficar na piscina (aquecida) bebendo, comendo e recebendo os irmãos de clube que iam chegando de todos os cantos.

Como era planejado, realizamos nossa reunião nacional e, como sempre, tudo transcorreu na mais perfeita ordem.

É muito bom, honroso e gratificante ser Presidente de um clube como o Carpe Dien onde a irmandade, respeito e amor reinam, todos se respeitam e tudo dá certo no final.

Finalizada a reunião fomos comemorar na melhor churrascaria de Ribeirão Preto e nos fartamos a valer, tudo no melhor padrão Carpe Dien.

Agora estou aqui, num mega quarto terminando este texto para dormir o sono dos inocentes rs.

Abraços e até amanhã

Cezinha


galera no canjão






nossa reunião



jantar



motos descansando


23º Dia (24/01/2013) – Bal. Camboriu/SC – Rib. Preto/SP


Combinamos de acordar as 7 e assim fizemos.

A saída de balneário foi tranquila, mas quem estava em sentido oposto se deu mal.

A BR 101 está com reformas em vários trechos o que atrasou um pouco a viagem.

Atrasou mais ainda o fato do Charles ter parado para comer pamonha e tomado caldo de cana – tá ai uma mistura que não dá certo ...

Nosso objetivo era vir a Rib. Preto pela Serra do Rastro da Serpente, que começa (ou termina) em Curitiba e finaliza em Tatuí.

O bendito GPS (estou com o mapa copiado do Guli) fez um caminho maluco mas seguimos pelo rumo, o problema foi que havia um transito infernal para pegar a BR 476, encaramos vários quilômetros de corredor entre carros e caminhões, todos sem a cultura do corredor, então imagina o stress.

Quando tudo parecia certo, deu errado.

O GPS nos mandou entrar numas quebradas, bairro, ponte, etc. para acessar a BR 476. No final deu certo e rodamos entre lindas curvas e um visual maravilhoso.

Eu sempre MUITO a frente do Charles ... tão a frente que por várias vezes parei na rodovia e voltei na contramão para poder fotografá-lo.

Para se ter ideia, eu cheguei a Adrianópolis, abasteci e fui comer um doce, etc., depois de tudo feito, relaxei e aguardei o Charles por uns 40 minutos kkkkkkk

A Serra do Rastro da Serpente é muito sinuosa, mas tem muitos caminhões e alguns veículos.

O problema foi quando entramos no Estado de São Paulo, a rodovia piorou a olhos vistos, com muitos buracos, terra, enfim, completo abando e falta de conservação por parte do poder publico.

Mas como nada é tão ruim que não possa piorar, o bendito GPS nos indicou a entrar numa via de terra.

Pensei com meus botões ... já já volta o asfalto ... passados 10 quilômetros e nada de asfalto, parei para um refrigerante numa vila e perguntar.

O cidadão me deu 3 opções:

1ª ir para a direita = 30 quilômetros de terra ruim;

2ª ir para a esquerda = 30 quilômetros de terra péssima;

3ª voltar os tais 10 quilômetros.

Optamos pela 3ª opção (percebam que a conversa começou no singular e terminei no plural – foi proposital, pois aguardei o Charles por uns 30 minutos kkkkk)

Como sou gentil e caridoso (kkkk) deixei o Charles vir na frente só para ver ele sacolejar como uma chacrete kkkkk

Enfim, voltamos ao rumo certo e tome-lhe curva.

Depois foi cruzar Piracicaba por dentro e, enfim, Rodovia dos Bandeirantes e Rodovia Anhaguera.

Chegamos a Rib. Preto já a noite e nos hospedamos no JP para depois sairmos para jantar com a galera da “Quinta”, nossos irmãos ribeirenses dos Trikers.

PARÊNTESES – anualmente o Carpe Dien se reúne no final de semana de 25 de janeiro (aniversário de São Paulo) para nossa reunião da Diretoria Nacional, quando todos os Diretores do Clube se reúnem para delinear o ano que se inicia.

O JP é um mega hotel maravilhoso com uma piscina central aquecida e outras distribuídas pelo complexo. Esta aquecida nós chamamos de CANJÃO kkkk.

Agora é ficar nela tomando caipirinha e aguardando os demais integrantes que já estão a caminho.

Amanhã ou domingo parto para minha ultima pernada – minha casa!

Abraços

Cezinha

início do dia


ainda bem que estávamos no sentido oposto


efeito da pamonha + caldo de cana


nosso querido Atlântico



New York



céu de brigadeiro, e a previsão era de chuva ...






onde fiquei aguardando o Charles por 40 minutos ...


Adriano's, achei a terra de vocês


gambiarra feita lá em Bal. Camboriu, este módulo está solto e quase cai umas 2 vezes em manobras paradas por causa dele, pqp


Charles se desintoxicando da pamonha


e dá-lhe curva




fiquei aguardando uns 10 minutos para tirar esta foto


tadico



verdadeira estrada paulista 




chegando



esta ficou show


22º Dia (23/01/2013) – Bal. Camboriu/SC


Acordei tarde e tranquilo, o Charles Braw (nosso diretor de Sta. Catarina) estava de folga e fomos rodar pela cidade.

Eu havia deixado a super para arrumar os faróis e já estava pronta, o Charle aproveitou e deixou a HD dele para uma revisão.

Eu ia embora neste dia, mas fui dissuadido (sem muito esforço, claro) pois haviam agendado um churrasco da regional para a quarta-feira a noite.

Depois de muito rodar, fui tirar uma soneca e aguardar o xurras da galera.

Nossos integrantes de Sta. Catarina, mais precisamente Bal. Camboriu, são muito gente fina e simpáticos, dá muito gosto passar horas na companhia deles (xiii, isso vai gerar uma ciumeira... kkkk).

Enfim, lá pela meia noite voltamos para dormir pois o dia seguinte prometia.

Abraços

Cezinha


nossa galera de Bal. Camboriu


qual das crianças está mais feliz??? 


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

21º Dia (22/01/2013) – Bal. Camboriu/SC


Mais um dia de descanso.

Logo cedo (não tão cedo), levei minha moto à oficina para consertar os faróis e completar o óleo.

Depois me encontrei com o Beto Good e a Dayse para não fazermos nada juntos, como o Beto tinha que voltar à clinica, eu e a Dayse ficamos sem nada fazer quase todo o dia.

Almoçamos com a família do Charles (nosso Diretor Regional), fui à praia, andei na areia, contei ondas, etc.

Na volta fomos a um restaurante na praia brava jogar conversa fora e, para fechar a noite, comemos uma senhora pizza, enfim, um dia tranquilo de tudo.

Agora to na duvida se parto amanhã para o norte ou se continuo aqui, sem fazer nada!!!

Abraços.

Cezinha

20º Dia (21/01/2013) – Canela/RS – Bal. Camboriu/SC


Realmente acordei cedo e as 9 e poucos já estava pronto para partir.

Durante o café da manhã conversei com o Gabriel (proprietário do hotel) que me sugeriu passar no canyon de Itaimbezinho, algo que já havia pensado antes, mesmo porque não teria que me distanciar muito do trajeto inicial, só entrar em Cambará, ver e voltar, segundo ele não gastaria mais do que 2 horas na brincadeira.

O Braga veio me encontrar e me levar até quase Tainhas, pois aproveitou para dar um rolezinho de moto.

A saída de Canela foi super tranquila, e as estradas, apesar dos veículos, não foi difícil de rodar por elas.

Alguns quilômetros depois eu e o Braga nos despedimos, pois ele voltaria à Canela e eu continuaria sentido Santa Catarina.

Também, nesta hora, decidi não ir aos Canyons, pois o tempo estava muito fechado para o lado direito da rodovia, e não queria arriscar pegar chuva, atrasar a viagem, etc.

Infelizmente ficarão para a próxima.

Segui então sentido Santa Catarina, passando por Vacaria e várias outras cidades pequenas, um passeio memorável por rodovias em bom estado e cidades bem sulistas na chamada “Rota Campos de Cima da Serra”.

Infelizmente não há neste trecho a placa de divisa de Estados então,quando dei por mim, já estava em Santa Catarina.

Então passei a ver placas da almejada Serra do Rio do Rastro, meu objetivo há muito tempo e que, infelizmente, nunca havia conseguido conhecê-la.

O GPS tentou me enganar algumas vezes, mas seguindo placas e perguntando para locais logo cheguei à parte alta da serra.

Antes passei pela famosa São Joaquim, cidade que de vez em sempre aparece na TV porque neva, etc.

Quando estava chegando propriamente na serra comecei a ficar triste, pois o nevoeiro baixou forte e não conseguia enxergar nada.

Pensei comigo se não seria aquela mais uma frustrada empreitada para conhecer aquela serra ... ledo engano.

No mirante da serra o tempo abriu e consegui ver toda a serra, que visão maravilhosa.

Conheci um motociclista baiano com sua Yamaha teneré 250 que ainda ia rodar muito, tirei várias fotos da rodovia e dos quatis que insistem em pedir comida.

Passada a euforia da visão, comecei a descer a serra, bem devagar, para poder fotografar tudo.

É algo que recomendo, vale a pena cada curva, pois a serra é maravilhosa.

No final da serra percebi que meu farol de milha (única iluminação dianteira) estava desligada pois o fio do interruptor havia rompido.

Fiz uma gambiarra e liguei os milhas até conseguir chegar num auto elétrico e pedir um pingo de solda.

Continuei meu caminho e não sei onde errei, mas acabei chegando na cidade de São Ludgero e, do nada, uma estrada de terra de 20 kms me aguardava.

No inicio tudo eram flores, mas do nada a estrada piorou e demorei quase uma hora para cruzar os tais 20 kms.

O que compensou foi o visual do rio que acompanhou a estrada por quase todo o trajeto, fora as pontes, vilas, pessoas, etc., que cruzei no meio do nada.

Enfim cheguei à rodovia BR 282 que, se virasse à direita, seguiria para Florianópolis.

Todavia o GPS me mandava seguir reto pela SC 407, preferi seguir o GPS, mesmo porque queria mesmo passar por pequenas cidades e vias vicinais, não as grandes rodovias.

Rodei 13 kms e parei em Angelina para abastecer quando tive a feliz noticia de que, a frente, teriam mais 30 kms de estrada de terra, mas em péssimo estado ...

Não tive dúvidas, retornei para a BR pois, pelo horário, acabaria sendo alcançado pela noite.

Na BR 282 segui até a BR 101 e então foi fácil chegar a Balneário Camboriu.

Havia uma reunião do Carpe Dien local agendada e foi muito legal encontrar nossos irmãos de Clube.

Após a reunião fomos ao “Komilão”, uma lanchonete que faz uns lanches enormes e deliciosos.

De barriga cheia só me restou capotar e dormir.

Abraços

Cezinha


presente do meu amigo Braga 



plantação de maçãs ao longo da estrada



Vacaria



Rio do Rastro





















fotos fora de ordem, estas deveriam estar acima


início do dia



o ponto preto na pista é o Braga














































































































aqui começou a brincadeira






















Escolta padrão Carpe Dien


Regional reunida